segunda-feira, 6 de maio de 2013

O que eu quero ser quando crescer?

Essa é a pergunta da minha vida, daqui pra cá tenho pensado seriamente nisso. Quando estava na 5ª série já estava na ponta da língua "engenheira, é claro" por conta de me inspirar no meu irmão mais velho, mas depois que descobri que sou mais que péssima (e que odeio) matemática, desisti. E desde então, nunca mais cheguei a pensar exatamente em o que eu queria.
A sociedade me reprimi, diz que não sou boa o suficiente e por causa disso não me reconheço e não consigo pensar em nada, eu tenho um bloqueio mental tão grande, algo que mora dentro de mim. Hoje, quando leio essa pergunta, me dá vontade de sumir, "O que você quer ser quando crescer?" Sinceramente, o que vier.
Porém, há sempre uma luz no fim do túnel, depois que li aquelas matérias de "Como escolher sua futura profissão" só percebi o que havia percebido a um tempo, meus pontos positivos e negativos, meu grande amor pela escrita e leitura. Adoro ler, adoro histórias, adoro escrever e adoro falar, conversar e trocar opiniões (nem que seja comigo mesma). Pensei, mas pensei mesmo e tenho tais cursos em mente: direito, relações internacionais, jornalismo e letras. Um deles será o principal, é claro. Quero mais, pelo menos dois cursos (sem falar no meu "sonho alto" de cursar cinema e astronomia). Mas qual decidir? Sei que estou nova ainda, e que tenho quatro anos para pensar, mas acho esse tempo extremamente limitado. Como, no mundo, eu vou decidir meu futuro em quatro anos? São tantas opções, tantas opiniões.
E ah, nem me venha com o tipico e sem fim conselho "Faz o que você gosta" pois se eu levasse-o no literal, trabalharia como testadora de colchões e degustadora de doces.

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